1. Felizmente que há o verso & o reverso das coisas e das palavras. Se assim não fora, nunca haveria o "outro lado da lua" nem nunca o homem chegaria um dia à lua (se é que lá chegou, apesar das notícias dos jornais, dizem os céticos).
Nem um comentário, Alberto... Se eu tivesse aranjado outro título (por exemplo, "Hoje há jarroz de agudi no forno"), talvez a malta tivesse curiosidade em ler e comentar o teu conto...
(ii) Alberto Branquinho (*):
Pois é, Luís, há que ter cuidado com a embalagem e com o aspecto do embrulho do produto (ou serviço) que se queira "vender".
Além disso, tenho um primo que me diz: "Não me mandes mais livros. Não tenho paciência para ler; demoro três dias para ler a 'Bola' e... não leio tudo".
(iii) Eduardo Estrela (*)Eu li o conto e, se não o comentei, foi porque gozei que nem um nababo com o seu conteúdo. A certa altura da leitura lembrei-me: querem ver que o sacana do do vagomestre mandou cozinhar jagudis!?
O homem devia era ser louvado! Praticou o princípio da lei do Lavoisier. Não fossem os cozinheiros e todos ficavam satisfeitos. "O que olhos não veem coração não sente", neste caso o estômago.
quinta-feira, 30 de julho de 2026 às 16:29:00 WEST
(iv) Alberto Branquinho (*):
Quando, pela primeira vez, li o título que lhe deste, o meu entendimento foi: "Arroz com má-fé"...
Enfim, uma história com cenários que nada têm a ver com os nossos soldados, aquartelamentos, fardas, cantinas e refeitórios, terrenos e tudo...etc.
Acho uma pura perda de tempo com um resultado francamente mau, o conteúdo é lastimável.
Desculpem a minha franqueza!
sexta-feira, 31 de julho de 2026 às 21:40:00 WEST
(vi) José Manuel Cancela (**):
Completamente de acordo... E essa de comer aquelas aves nojentas, não cabe na cabeça de ninguém...
sexta-feira, 31 de julho de 2026 às 23:26:00 WEST
(vii) Carlos Pinheiro (**):
Pensava que já tinha visto tudo, mas afinal enganei-me. A IA veio complicar isto tudo, quando se pensava que era para facilitar
sábado, 1 de agosto de 2026 às 11:50:00 WEST
Meus senhores (e ex-camaradas de armas): uma coisa são os factos (ou seja, os acontecimentos vividos, embora "pintados" com cores mais vivas ou mais esbatidas) outra coisa são desenhos (com a ajuda da IA ou não) que possam ou não corresponder ao ambiente militar criado "à portuguesa" naquelas terras, em ambientes tropicais, em zonas de guerrilha/contra-guerrilha.
Portanto, não misturemos a apreciação de um escrito sobre factos ou acontecimentos com a sua representação gráfica segundo um qualquer meio ou estilo (gráfico e/ou informático ou outro), que, eventualmente, não retrate os ambientes tal qual aqueles em que vivíamos no chamado "mato" (que não era, propriamente "mato", mas quartéis no interior).
sábado, 1 de agosto de 2026 às 11:14:27 WEST
(ix) Tabanca Grande Luís Graça (**):
Pois é estamos, aqui a discutir duas coisas distintas ( e, portanto, não devemos confundi-las):
(a) um conto ou microconto, da autoria de um camarada nosso, o Alberto Branquinho, que é um "senhor escritor" , com obra publicada e generosa participação no blogue;
e (b) a ilustração gráfica desse conto , da responsabilidade do editor LG (com recurso, confesso e declarado, à IA).
Em relação ao conto, já aqui publicado em poste anterior (**), e que passou "despercebido", só vamos relembrar o seguinte: não se sabe nem onde nem quando se passa esta "cena de humor de caserna" (em princípio na Guiné, c. 1967/69) , e que para alguns ou muitos de nós seria "inverosímil"... (Perguntarão, indignados, alguns dos nossos leitores mais sensíveis: quem seria o filho da p*ta do vagomestre que teria a "ideia criminosa" de servir gato por lebre, ou pior, jagudi por frango, aos seus camaradas de armas?!)
Aqui convém lembrar que a imaginação supera a realidade e essa é a magia da literatura... E que o humor é sempre caricatura do real..«
Quanto á BD propriamente dita (ou melhor, aos "bonecos", para não ofender os verdadeiros artistas da BD), podem dar "porrada" á vontade: é um produto tosco, artesanal, feito com boa vontade, "pro bono", espírito de reinação...e recursos técnicos limitados...
(*) Vd. poste de 28 de julho de 2026 > Guiné 61/74 - P28220: Humor de caserna (283): "Arroz especial ... com mafé" (um conto magistral de Alberto Branquinho, "Cambança Final", 2013, pp. 85-89)
(**) Vd. poste de 31 de julho de 2026 > Guiné 61/74 - P28231: Humor de caserna (286): Os frangos do vagomestre: uma BD inspirada num microconto do Alberto Branquinho (2013)
































